Maevvi Maevvi, Estudante de Direito
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Maevvi Maevvi

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Maevvi Maevvi, Estudante de Direito
Maevvi Maevvi
Comentário · há 5 anos
Juízo moral e de valor, hein: "você escolheu um vagabundo"..."vc escolheu mal"... "agora você deve padecer..no paraíso (inferno)"..."genitora maliciosa e confusenta"..."a que rouba os 30% do salário mínimo pra gastar na balada"..."que enriquece ilicitamente com 30% do salário mínimo"...blá, blá blá
Isso me parece dor de cotovelo...parece discurso de igrejas.

Nem precisa pensar muito pra responder: não tem letreiro na testa do sujeito/sujeita; ou só se conhece as pessoas quando se separa. Mas a questão aqui não é esta, amigo!

A questão recisa ser pensada sob a via do caráter, da formação de personalidade do sujeito.

Tanto que você nota que se o genitor (ou genitora) que se usa de artimanhas, na maioria esmagadoras das vezes vem acobertado pelos familiares (inclusive ajudando a acobertá-los, a mentir em juízo, etc etc etc...aquela "old same");

Mas a pergunta aqui é: Como é que os serem constituem laços afetivos (e.g.: pai x filho)?
Aparecendo 1x na vida e outra na morte?
Dizendo que vai "ajudar". Ops...Pera aí....Ajudar?
Ajuda = o sujeito aparece lá de vez em quando (e nem se sabe quando) pra 'quebrar o galho'...ou nem aparece (realidade).

Questão é que não existe ajuda, existe obrigação para com o filho/a que não foi "colocado no mundo" por uma "coitada" diante da presença do espírito santo ou de uma mágica (a menos que tenha sido uma fertilização do tipo karol Back... que aliás passou com uma seleção genética parruda).
Não dá pra discutir a questão pela via da culpabilização, pela via moral, pelo juízo de valor/moral...
Veja que, na maioria esmagadora dos casos, se trata da ideia que os homens tem de não pagar pensão (pra este tipo de gente as justificativa é: "porque a mulher é sempre aquela que parasita o dinheiro da criança pra enriquecer com 30% do salário mínimo!!!)

genteee, vamos acordar pra vidaaa.

penso eu que o judiciário pode resolver sim, quando se está com um advogado que atue com ética (coisa rara, pois após serem contratados infelizmente a maioria nem da mais bola pras informações, muitas vezes se pegam um processo em andamento nem leem...o que é abusivo elo preço cobrado) e pedir o astreinte.
Só por a cláusula da multa que o acordo funciona que é uma beleza!
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